Domingo, Dezembro 31, 2006
Terça-feira, Dezembro 26, 2006
Nunca é tarde para sorrir!
Eventualmente final de ano me entristece, mas o início de ano é a época que mais gosto. Não sei, tem cara de renovação, de ar fresco, de fruta madurinha tirada na hora do pé. Esse ano não foi de tão ruim, ao contrário, foi excelente. No quesito amigos, fui presenteado com almas únicas e maravilhosas. Tanto em meu mundo, quando no mundo virtual. Comecei finalmente minha faculdade, que mesmo não sendo inicialmente a que eu queria, me apaixonei. Só pra constar, curso Turismo.Aprendi muito, mas nesses dias recentes, percebi que tenho muito a corrigir. É isso, sempre tenho e sempre vou ter. Não nego que meus dias tem sido entediantes e chatos, e, portanto, tenho ficado meio para baixo. Mas eu vejo que não ganho nada com isso. Vou sorrir um pouco, isso meu alivia. Aliás, alivia a qualquer um, e principalmente se é um sorriso compartilhado ou doado.
Não está tão tarde para eu sorrir, me dar uma luz, acho que eu mereço. Tenho visto que estou a me preocupar mais com os meus amigos do que comigo mesmo. Estou me esquecendo. Que o próximo ano seja então assim, com muito sorriso.
Meus dedos agora estão preguiçosos. Tenho escrito demais e alongado demais. Meu coração às vezes se empolga. Janeiro eu volto com mais alegria e mais cor nos meus textos. Espero.
Carinho a todos e muito sorriso, afinal nunca é tarde para sorrir.
ps: Não sei se é o último texto do ano. Ultimamente sei de nada...
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Convido, a quem não foi, a visitar o blog "Despertar da Vida", que contém um texto-conto sobre Jesus: Um Amor Sem Fronteiras (23-12). O blog ainda está em fase de teste, quer dizer, na verdade são meus escritos que estão, porque ali entrei num caminho desconhecido, a de contos e poemas. E peço que se puder pouse lá e comente. Terei um enorme prazer em ler críticas, sugestões e entre outras coisas afins. Abraços.
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Alexandre Lucio Fernandes
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23:00
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Sábado, Dezembro 23, 2006
Nos Tempos de Natal

Pensei em escrever muita coisa. Mas coisas felizes, inspiradoras, desejos sinceros para um Natal feliz e um próximo ano melhor. Mas francamente não consigo. O natal há muito significou muito mais, isso eu garanto, mas hoje eu vejo muito seu lado triste. Ao contemplar tanta miséria, tanta exploração, caos e outras agruras nessa imensidão do mundo, reflito e percebo que estamos perdendo o controle e a sensibilidade. Crianças famintas, pessoas morrendo e se matando, animais sendo massacrados, biomas sendo destruídos, e o mundo sendo esfacelado; racismo, incompreensão, guerra, falsidade, ganância, egoísmo. O ano inteiro nós paramos, ficamos marginalizados, imutáveis em frente à noticiários, à jornais, e lamentavelmente vemos lágrimas, muitas lágrimas e dores. Vemos a perda, o assassinato, a briga, o roubo, o seqüestro, a corrupção, a intolerância e toda picaretagem política, os abusos de poder, e as boas coisas se esvaindo. Não podemos negar, isto é fato, infelizmente.
Mas então chegamos nos tempos de Natal e todo o mundo pára pra se abraçar, desejar um feliz natal, e propagar o amor, ah o amor. Mas somente isso ajuda? Será que é suficiente. Passamos o ano inteiro fora de sintonia, irrelevantes para o mundo exterior. Ignoramos totalmente, e de repente chega um dia que simplesmente lembramos de coisas boas, da paz, da importância da união e do amor entre os semelhantes.
Bem, vou contar algo. Certa vez uma casa estava tão suja e imunda que dava nojo entrar nela. Estava em pós. O dono vivia sem se preocupar. Trabalhava muito, tinha uma vida corrida, casa-trabalho-casa. Dizia que nunca tinha tempo, e sempre deixava para amanhã. E assim passava dias e dias e ele nunca limpava. Mas ele acabava limpando, toda vez que a casa chegava a um ponto crítico. Só a limpava uma vez por ano. E ele sempre dizia nesse dia que iria limpá-la constantemente, mantê-la linda e agradável. Toda vez se permitia ficar mais feliz. Infelizmente jamais cumpria, e passava um ano novamente para que ele fosse limpar.
Assim é com o mundo e com as pessoas, muitos o tratam e se tratam como o senhor da historinha trata sua casa. O restante do ano, vive à mercê do cotidiano corrido, que toma o tempo, e então se esquecem de limpar suas moradas todo santo dia, e só vai fazer isso nessa época. Não sabem que o mundo e as pessoas precisam ser limpos todo dia. Com certeza teríamos menos desgraças, e um mundo mais belo.
Não nego que o tempo do Natal seja uma época feliz, tempo de sorrir mais, de estar unido com a família (que é bom demais), e poder se humanizar mais. O natal humanizado tem muitos aspectos positivos, e eu até gosto muito. O natal comercial é que me entristece, esse sim...
E que no mundo existem votos sinceros, em amizades verdadeiras, pessoas incríveis, maravilhosas, seres humanos notáveis, que cultivam o espírito natalino todo dia? Acredito. Assim como acredito em um mundo melhor, um mundo onde transformamos cada dia em um milagre.
Bem, sem mais, eu transporto para cá minha eterna gratidão, meu imenso carinho pela sua amizade, e o grande prazer de poder desejar, do meu mais profundo ser, com muita sinceridade, um Natal belíssimo, encantado, iluminado, e com muita paz no coração. Boas festas e um próspero 2007 repleto com muita alegria.
Abraços e beijos.
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Blog DESPERTAR ATUALIZADO!
Convido a todos a pousarem lá. Basta clicar na imagem abaixo e se deliciar com um QUASE-CONTO INÉDITO (vai lá pra saber o porquê do quase). E pra quem não conhece o blog e ainda não leu os os dois textos anteriores (o conto de estréía e a poesia) aproveita a chance. Meus carinhos.
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Alexandre Lucio Fernandes
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01:10
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Quarta-feira, Dezembro 20, 2006
Dos Meus Dias...

Eu não quero que sejam apenas dias, que sejam mundos. Porque desses dias sinto que não sinto nada. Apenas sinto um prazer imperceptível. Sei lá o que acontece comigo por esses dias. Estou mesclando revoltas e dores, e alegrias. Estou a pairar numa instabilidade incompatível com o que tenho tentado mostrar. Minhas férias da faculdade são ilusórias quando se trabalha. Só compensa a mínima preocupação com o estudo. Minha mente relaxa e trabalha mais. Mas penso que poderia estar melhor. Isso me leva a me questionar: O que seria de mim sem mim? A pergunta um tanto poética e sem fundamento, é cristalizada no fato de que fico um tanto solitário em meu mundo. E aí está o grande problema: Meu mundo. Mas tem que ser o seu também.
Meus dias precisam ser mais dias. Meu cotidiano patético me inebria, me deixa insolúvel e transparente. Na verdade, eu estou preso não é no tempo, mas em minhas dúvidas. Ir ou não ir? Ser ou não ser? O fato de me sentir dentro de Hamlet, não ajuda em nada, e essa também não é a questão.
As segundas unanimemente são dias que cheiram a mofo, a pão estragado, a tomate seco, leite podre. Minhas segundas são paradas, quietas, sonolentas. Meu trabalho me sufoca. Fico parecendo múmia. Segundas deviam ser últimas. Aliás, nem deviam existir. São dias de cão.
As terças começam a desanuviar minhas preocupações. As nuvens negras diminuem. Mas são apenas terças. Terças são como vidraças espatifadas, como chuva inesperada, como luz que acende. Certamente estou mais desperto, mais ávido e estável. Mas é como eu digo, terças são terças...
Quartas são o meu rodízio de pizza, minha sobremesa ansiada, minha tarde florida. Ah, esses dias, são como plumas, como café quentinho, como sobrenome do meu nome. Estou totalmente disposto, fico a cantarolar, a poetar e a sorrir mais. Porque é prenuncia de um fim próximo e esperado.
As quintas são relaxantes, me encobrem com toalhas de rosas. São dias de mistério, que exalam o doce perfume da vida, do horizonte perdido, da amada abraçada. É o prazer de ler, de abraçar e amar. Fico feliz, equilibrado e eficiente. Trabalho afinco e demonstro capacidade, perseverança e seriedade. É quando começo a me desgastar.
Sextas são dias longos, como o meu sono, o olho lacrimejado, as olheiras destacadas. São restos de comida. Esses dias surgem como roupas sujas, como sol se escondendo. Quando estou em desgaste, ansioso pelo fim. Vivo como se fosse o último dia do ano. É como estar de dor de barriga, ou de bexiga cheia. É quando o fim está tão perto, ao mesmo tempo tão longe.
Mas os sábados e os Domingos, ah esses danados, são tudo em pratos limpos. Dias que são como receber o salário, ganhar na sena ou fazer aniversário. É como fim de ano, a última bolacha do pacote ou o branco no preto. São o cheirinho de um bolinho no forno, ou o beijo estalado na namorada. É abraço compartilhado, sorriso ofertado. Sábados e domingos são datas comemorativas, festivas e tranqüilizantes. São dias online e não offline. São que nem pão de queijo derretendo na boca. Que nem bombom de cupuaçu ou suco de acerola.
Infelizmente são como a estatura dos sete anões, como a correnteza que se vai e o vento que sopra. Terminam, como se fossem rastilhos de pólvora. Dias que descanso, percebo mais a vida, ganho mais forças e obtenho mais esperança. Inesquecíveis. Dias que me curam.
Portanto dos meus dias, sei tudo ou quase nada, nem pouco vivo, nem muito morro, apenas tento me interagir da melhor forma. A partir de sempre irei transformá-los em grandes momentos, em grandes conquistas e vitórias. Porque dos meus dias cuido eu, e de mim quem cuida são os dias.
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As segundas unanimemente são dias que cheiram a mofo, a pão estragado, a tomate seco, leite podre. Minhas segundas são paradas, quietas, sonolentas. Meu trabalho me sufoca. Fico parecendo múmia. Segundas deviam ser últimas. Aliás, nem deviam existir. São dias de cão.
As terças começam a desanuviar minhas preocupações. As nuvens negras diminuem. Mas são apenas terças. Terças são como vidraças espatifadas, como chuva inesperada, como luz que acende. Certamente estou mais desperto, mais ávido e estável. Mas é como eu digo, terças são terças...
Quartas são o meu rodízio de pizza, minha sobremesa ansiada, minha tarde florida. Ah, esses dias, são como plumas, como café quentinho, como sobrenome do meu nome. Estou totalmente disposto, fico a cantarolar, a poetar e a sorrir mais. Porque é prenuncia de um fim próximo e esperado.
As quintas são relaxantes, me encobrem com toalhas de rosas. São dias de mistério, que exalam o doce perfume da vida, do horizonte perdido, da amada abraçada. É o prazer de ler, de abraçar e amar. Fico feliz, equilibrado e eficiente. Trabalho afinco e demonstro capacidade, perseverança e seriedade. É quando começo a me desgastar.
Sextas são dias longos, como o meu sono, o olho lacrimejado, as olheiras destacadas. São restos de comida. Esses dias surgem como roupas sujas, como sol se escondendo. Quando estou em desgaste, ansioso pelo fim. Vivo como se fosse o último dia do ano. É como estar de dor de barriga, ou de bexiga cheia. É quando o fim está tão perto, ao mesmo tempo tão longe.
Mas os sábados e os Domingos, ah esses danados, são tudo em pratos limpos. Dias que são como receber o salário, ganhar na sena ou fazer aniversário. É como fim de ano, a última bolacha do pacote ou o branco no preto. São o cheirinho de um bolinho no forno, ou o beijo estalado na namorada. É abraço compartilhado, sorriso ofertado. Sábados e domingos são datas comemorativas, festivas e tranqüilizantes. São dias online e não offline. São que nem pão de queijo derretendo na boca. Que nem bombom de cupuaçu ou suco de acerola.
Infelizmente são como a estatura dos sete anões, como a correnteza que se vai e o vento que sopra. Terminam, como se fossem rastilhos de pólvora. Dias que descanso, percebo mais a vida, ganho mais forças e obtenho mais esperança. Inesquecíveis. Dias que me curam.
Portanto dos meus dias, sei tudo ou quase nada, nem pouco vivo, nem muito morro, apenas tento me interagir da melhor forma. A partir de sempre irei transformá-los em grandes momentos, em grandes conquistas e vitórias. Porque dos meus dias cuido eu, e de mim quem cuida são os dias.
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PS: me perdoem se está um pouco longo o texto. Mas quando meu coração tem vontade, escrevo sem parar. Abraços a todos e muito carinho.
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Não conhece meu outro blog, o "Despertar da Vida"? Então o que está esperando? Não perca tempo e dá uma conferida nesse meu outro canto.
Clica AQUI.
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Alexandre Lucio Fernandes
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Domingo, Dezembro 17, 2006
O Fim de Ano, o Natal e o Papai Noel
Nesses dias eu estou liberto, e me facilito, me dou um “ligth”. Acalmo, sento e penso. O final de ano é reconfortante, e inspirador. Às vezes poderia estar fazendo outras coisas, sabe, vivendo mais com meus amigos, mas não sei. Gosto nessa época de me dar um escuro muitas vezes, ficar oculto e me curar de males pessoais. Ninguém tem a ver com isso. Mas é como eu imaginei, final de ano sempre fico assim, meio poético, solitário e curvo. As festas de fim de ano não representam nada para mim, e também não tenho nada contra. As pessoas sim representam, e muito, e em qualquer dia do ano. Mas todo final de ano é a mesma coisa, o capitalismo selvagem invadindo a casa das pessoas. Hoje em dia não dão mais carinhos, mais afetos e amor, dão presentes, carrinhos, bonecas, celulares, carros... Estamos todos afastados uns dos outros.
Sabe, o mundo está um caos mesmo. Paramos por uns dias, confraternizamos o nascimento do menino Jesus, e por isso pregamos a paz, o amor, e depois voltamos ao normal. Por que não termos Natal todo o ano? Por que não termos festas assim felizes, todos os dias?
E o nascimento de Jesus? E pensar que antes acreditava nisso. Hoje sei que nada mais é que uma data comercial escolhida, e por fruto de uma estratégia incrível, pra simbolizar o nascimento de Jesus. Ora você acredita realmente que Jesus nasceu nesse dia, se nem a Igreja confirma. Além do mais, importa o dia que ele nasceu? O que importa é a mensagem que ele nos passou.
E você quer algo mais, um dia onde todos devemos se tornar melhores, nos abraçarmos pregarmos a paz e o amor, se torna um grande motivo de se dar presentes. Pra mim todo dia é dia de ser melhor.
E nem se fala do Papai Noel, a figura ilustre do Natal. Outra grande idéia. Deram uma cara pro Natal, assim como o coelhinho é pra páscoa. E pior, o colocaram com sacos de presentes, gordo, barbudo e fizeram crer as crianças que ele não dá presentes a garotos peraltas e arteiros. Como sempre as crianças sempre são os alvos dessas fantasias... Ah, mas você me diz, é a magia do natal, não se pode acabar com os sonhos de uma criança. Tudo bem, eu como já fui criança, confesso que coisas desse tipo realmente fascinam, mas não ajudam em nada, se cada criança não for educada para dar mais importância ao que és e não ao que tem. Hoje eu finalmente compreendi que o que eu sou é o mais valioso que eu tenho. A sociedade hoje em dia dá mais importância para o ter e não o ser. Acho isto muito errado.
Por isso o final de ano é a época mais hipócrita que eu conheço. Pouco se tem sinceridade. Muitos pregam falsos valores. E também não se contempla e nem vivem esses dias com amor. Do que adianta abraçar, beijar, cantar e sorrir, se nada é feito com amor. É muito fácil desejar “Tenha um Feliz Natal e um próspero ano novo”. Difícil é fazê-lo com paz no coração.
Mas também não generalizo, assim como existem pessoas, existem pessoas.
É por essas que eu busco.
Sabe, o mundo está um caos mesmo. Paramos por uns dias, confraternizamos o nascimento do menino Jesus, e por isso pregamos a paz, o amor, e depois voltamos ao normal. Por que não termos Natal todo o ano? Por que não termos festas assim felizes, todos os dias?
E o nascimento de Jesus? E pensar que antes acreditava nisso. Hoje sei que nada mais é que uma data comercial escolhida, e por fruto de uma estratégia incrível, pra simbolizar o nascimento de Jesus. Ora você acredita realmente que Jesus nasceu nesse dia, se nem a Igreja confirma. Além do mais, importa o dia que ele nasceu? O que importa é a mensagem que ele nos passou.
E você quer algo mais, um dia onde todos devemos se tornar melhores, nos abraçarmos pregarmos a paz e o amor, se torna um grande motivo de se dar presentes. Pra mim todo dia é dia de ser melhor.
E nem se fala do Papai Noel, a figura ilustre do Natal. Outra grande idéia. Deram uma cara pro Natal, assim como o coelhinho é pra páscoa. E pior, o colocaram com sacos de presentes, gordo, barbudo e fizeram crer as crianças que ele não dá presentes a garotos peraltas e arteiros. Como sempre as crianças sempre são os alvos dessas fantasias... Ah, mas você me diz, é a magia do natal, não se pode acabar com os sonhos de uma criança. Tudo bem, eu como já fui criança, confesso que coisas desse tipo realmente fascinam, mas não ajudam em nada, se cada criança não for educada para dar mais importância ao que és e não ao que tem. Hoje eu finalmente compreendi que o que eu sou é o mais valioso que eu tenho. A sociedade hoje em dia dá mais importância para o ter e não o ser. Acho isto muito errado.
Por isso o final de ano é a época mais hipócrita que eu conheço. Pouco se tem sinceridade. Muitos pregam falsos valores. E também não se contempla e nem vivem esses dias com amor. Do que adianta abraçar, beijar, cantar e sorrir, se nada é feito com amor. É muito fácil desejar “Tenha um Feliz Natal e um próspero ano novo”. Difícil é fazê-lo com paz no coração.
Mas também não generalizo, assim como existem pessoas, existem pessoas.
É por essas que eu busco.
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Alexandre Lucio Fernandes
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Quarta-feira, Dezembro 13, 2006
Grandes Aprendizados
Na vida estamos sujeitos a vivenciar diversas coisas, muitas delas insignificantes, outras significativas. São experiências variadas, solitárias ou compartilhadas; e podem ser tristes ou felizes, marcantes ou não. O dia em que se vive é repleto de muitas surpresas, ou de quase nenhuma. Mas é importante aproveitar bem o dia, absorver dele cada segundo, porque o dia é precioso.
O certo é que vivemos num constante aprendizado. Não apenas envelhecemos, nós também amadurecemos, muito embora, amadurecer dependa variavelmente da pessoa em si. É preciso querer aprender, crescer interiormente e desejar se tornar um ser humano melhor.
Muitas pessoas nem notam a importância de certos momentos na vida, como um desentendimento, um conselho, dos gestos de amizade ou as lições de vida que presenciam ou lhe são mostrados. Perdem a chance de evoluir, de crescer e de aprender. Todas as experiências, por mais tristes que sejam sempre vêm junto com grandes aprendizados. Vivemos esbarrando nelas, e geralmente em grandes momentos, que se tornam propícios para que nós possamos refletir e mudar, comportamento e/ou pensamentos. E nestes ensinamentos que a vida oferece é preciso ser bom aluno, prestar atenção e captar todo o seu conteúdo, e fazer a tarefa de casa bem feita.
É vital de nossa parte ansiarmos progressão e melhoras como pessoa. Os muitos e grandes aprendizados nos tocam com esta intenção. Mas é preciso ficar atento, e não desperdiçar lições desse tipo. Elas são como o vento, somem num desatino e acabamos por esquecer. Não há nada tão ruim como ter uma oportunidade perdida. Vamos ficar de olhos abertos, porque nunca é tarde para aprender, para se tornar enfim um ser humano melhor.
O certo é que vivemos num constante aprendizado. Não apenas envelhecemos, nós também amadurecemos, muito embora, amadurecer dependa variavelmente da pessoa em si. É preciso querer aprender, crescer interiormente e desejar se tornar um ser humano melhor.
Muitas pessoas nem notam a importância de certos momentos na vida, como um desentendimento, um conselho, dos gestos de amizade ou as lições de vida que presenciam ou lhe são mostrados. Perdem a chance de evoluir, de crescer e de aprender. Todas as experiências, por mais tristes que sejam sempre vêm junto com grandes aprendizados. Vivemos esbarrando nelas, e geralmente em grandes momentos, que se tornam propícios para que nós possamos refletir e mudar, comportamento e/ou pensamentos. E nestes ensinamentos que a vida oferece é preciso ser bom aluno, prestar atenção e captar todo o seu conteúdo, e fazer a tarefa de casa bem feita.
É vital de nossa parte ansiarmos progressão e melhoras como pessoa. Os muitos e grandes aprendizados nos tocam com esta intenção. Mas é preciso ficar atento, e não desperdiçar lições desse tipo. Elas são como o vento, somem num desatino e acabamos por esquecer. Não há nada tão ruim como ter uma oportunidade perdida. Vamos ficar de olhos abertos, porque nunca é tarde para aprender, para se tornar enfim um ser humano melhor.
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BLOG DESPERTAR ATUALIZADO!
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Alexandre Lucio Fernandes
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Domingo, Dezembro 10, 2006
Muito Obrigado!
De ressaca e descansando um pouco das recentes festas, eu venho aqui agradecer o grande prestígio recebido e as presenças, tão queridas em dias tão especiais para mim. Até agora procuro uma forma de agradecer todos os lindos comentários de vocês amigos, que aqui visitaram. Sejam os conhecidos recentemente ou há algum tempo. Li cada mensagem com carinho e atenção. Senti-me bem em ler palavras de apoio, de admiração, cumprimento e de felicitações, emocionantes e sinceras. Fico lisonjeado em saber que de alguma forma eu e meu blog é admirado.
Meu intuito em criar esse blog era transmitir tudo o que sinto interiormente, todo meu sentimento que não consigo de outra forma soltar. Aqui despejaria, extravasaria minhas reflexões sinceras, meus ternos pensamentos, como uma forma de aliviar meu coração. Pensei sim em mostrar a outras pessoas, mas nunca em sonho, pensei que ganharia amizades como as que ganhei aqui pela rede “blogueira”, pessoas maravilhosas, pessoas bacanas, de todas as idades, com pensamentos variados, vivências diferentes, reflexões próprias e com vidas únicas e especiais.
E pensar que há algum tempo atrás cogitei simplesmente parar de escrever, deixar de canto. Mas graças a Deus percebi na época o quanto não conseguia ficar sem o meu blog, sem vocês, os meus amigos, que me dão força e inspiração para viver e escrever.
Para você, amigo e amiga, que está lendo isso, obrigado por existir, obrigado por ser uma luz nos meus caminhos escuros. Valeu por terem tornado esses dias únicos e inesquecíveis.
Muito obrigado!
Ps: Para quem não veio às festas, dê uma volta no tempo, e pouse no dois textos anteriores e se delicie com as gostosuras (ainda tem e muito...hehe). E para quem ainda não visitou meu Outro Blog, convido agora mesmo para ir lá ler o conto de estréia. Não perca tempo, clica aí na imagem abaixo (ou na barra de links à esquerda).
Meu intuito em criar esse blog era transmitir tudo o que sinto interiormente, todo meu sentimento que não consigo de outra forma soltar. Aqui despejaria, extravasaria minhas reflexões sinceras, meus ternos pensamentos, como uma forma de aliviar meu coração. Pensei sim em mostrar a outras pessoas, mas nunca em sonho, pensei que ganharia amizades como as que ganhei aqui pela rede “blogueira”, pessoas maravilhosas, pessoas bacanas, de todas as idades, com pensamentos variados, vivências diferentes, reflexões próprias e com vidas únicas e especiais.
E pensar que há algum tempo atrás cogitei simplesmente parar de escrever, deixar de canto. Mas graças a Deus percebi na época o quanto não conseguia ficar sem o meu blog, sem vocês, os meus amigos, que me dão força e inspiração para viver e escrever.
Para você, amigo e amiga, que está lendo isso, obrigado por existir, obrigado por ser uma luz nos meus caminhos escuros. Valeu por terem tornado esses dias únicos e inesquecíveis.
Muito obrigado!
Ps: Para quem não veio às festas, dê uma volta no tempo, e pouse no dois textos anteriores e se delicie com as gostosuras (ainda tem e muito...hehe). E para quem ainda não visitou meu Outro Blog, convido agora mesmo para ir lá ler o conto de estréia. Não perca tempo, clica aí na imagem abaixo (ou na barra de links à esquerda).
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Alexandre Lucio Fernandes
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Quarta-feira, Dezembro 06, 2006
Festa!!!
Outra festa meus amigos, e das boas. Com eu falei, é mês de aniversário, e dessa vez é o meu. Se delicie com outro bolo caprichado, agora de chocolate, com granulado e calda de coco por cima e recheio de mousse de maracujá. Para acalmar os ânimos hehe. Sirva-se à vontade, tem comes bebes até o domingo e um texto especial abaixo. Abraços, beijos e muito carinho a todos.-
Um Novo Dia
Eventualmente na vida estamos aptos sempre a crescer, sempre. Hoje ao completar 21 anos percebo o quanto cresci durante toda essa minha curta vida. Há um ano atrás eu era totalmente diferente, era muito mais reservado e melancólico, e tinha poucos amigos próximos. Nunca fui muito de reclamar da vida, afinal, sempre tive uma vida feliz. Apenas lamentava chances perdidas e entre outras coisas deixava portas que se abriam, fecharam na minha cara. Em 21 anos aprendi muito, mas nenhum ano foi tão significativo quando esse último. O sonho realizado de adentrar uma universidade, cursar uma graduação superior realmente me deixou muito feliz. Mas nem isso supera a grande felicidade de ter conhecidos os amigos que conheci por meio dela. Nem eles sabem o quanto foi bom conhecer cada um ali, o quanto estão dentro do meu coração.
Cada dia é um novo dia, e aprendo muito com minhas próprias atitudes, corrijo minha falta de tato, meus erros, e tento sempre me tornar um ser humano melhor, com coragem e muita determinação. Não há quem duvide que esse ano eu melhorei muito, fiquei menos tímido, me alegrei mais, descobri amizades sólidas e a importância de um abraço, um beijo no rosto, e de um aperto firme de mão, e o grande e valioso calor humano. Até o olhar significativo de alguém me fez perceber o quanto era cego antes. Minha sensibilidade aumentou, pude ao menos transmitir um sentimento íntegro e verdadeiro para com as pessoas próximas. Embora também descobri a frustração em muitos erros meus. Agradeço a Deus a presença de cada amigo, dos que conheci e dos que reencontrei (uma felicidade imensa), e a chance de poder fazer parte da vida de cada um.
Hoje é meu aniversário, uma data que eu posso considerar especial, mas não somente pelo fato de eu ter nascido, mas sim por que toda vez nesse dia eu me permito começar a cada novo dia a sorrir mais, a viver mais, e a abrir mais o coração, a ser melhor e evoluir. Porque nunca estou satisfeito de mim mesmo, porque sempre preciso aprender.
Meu presente eu já ganhei e ainda ganho sempre. Um novo dia é sempre um presente, uma dádiva, e o que esse dia reserva de aprendizado é muito mais ainda. Não quero nada das pessoas a não ser a amizade, que é uma coisa que a estimo e valorizo muito, mesmo que muitas vezes não demonstre. Aos meus amigos eu deixo minhas felicitações por serem pessoas extremamente especiais, únicas e queridas, e o meu agradecimento especial pelo carinho e pela simpatia que tanto cultivam. Eu que congratulo a forma como entraram em meu coração, entraram de forma cativante e doce. Esse é o maior presente que eu poderia ganhar de cada um: a presença constante em meu coração e a eterna e carinhosa amizade. No mais, não preciso de mais nada.
Também deixo minhas palavras à minha família que tanto me dá forças, me enche de luz e sabedoria, e que me fortifica. Amo todos. Aos meus pais, muito obrigado a cada um por participarem ativamente de minha formação como ser humano. Se hoje sou o que sou é porque souberam eficientemente me ensinar coisas boas, e me passar a importância das coisas simples da vida e o valor da integridade, da sinceridade e principalmente, da generosidade e humanidade.
Ainda sou uma criança (risos) e Deus queira, terei muitos anos pela frente. Obrigado a todos, amigos e família por contribuírem na minha felicidade. Abraços, beijos e um imenso jardim no coração de cada um.
Vou viver agora meu novo dia.
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Fim das Surpresas!
Está querendo saber a outra surpresa? Criei outro Blog. Sim, isso mesmo, podem acreditar. Não é por gula (hehe), nem por moda, apenas mais um espaço onde posso colocar textos que não se encaixam aqui. Vou investir em contos e quem sabe poemas, poesias e coisas afins; tudo que não se refira a mim. O que fala de mim é esse, meu êxtase é aqui. Lá é outro eu, alguém desperto, que acordou e que quer ver o sol brilhar de forma mais intensa. Porém, lá vou atualizar esporadicamente, sem data certa. Posso levar dez, quinze dias ou apenas 5 dias. Isso devido ao tempo. Esse aqui continua no ritmo normal, até onde dá (risos). E meu pedido é que visitem lá. Tem um conto que fiz, que brinca com o título do blog e acho que está bom. Por favor, prestigiem meu mais novo canto.
E não liguem para a bagunça, é porque o tempo me pregou peças, mas como bom cumpridor de prazos eu estréio hoje, no meu dia. Aos pouco arrumo a nova casa.
Espero vocês lá.
Abraços.
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Alexandre Lucio Fernandes
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Sábado, Dezembro 02, 2006
Um Aninho
1 ANO DE BLOG.Hoje é festa! E tem bolo pra todo mundo. E como é um dia especial, eu escolhi um Bolo de morango, com calda de chocolate por cima, recheado com mousse de caramelo (ui, caprichei né?). Acompanhado com diversos outros quitutes e as mais variadas bebidas. Sirva-se a vontade que a única coisa que estava faltando era você nessa festa.
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Um ano de vida.
Nunca imaginei que chegasse a completar.
Exatamente no dia 2 de dezembro de 2005 eu criava um blog sem mesmo saber se ia gostar, quase nem escrevia, sequer anotava qualquer coisa. Um outro amigo meu tinha um blog e comecei a gostar da idéia de escrever coisas. Aí criei apenas com o intuito de desafogar meus sentimentos mais profundos, e de falar coisas bonitas, belas que sempre tinha vontade de falar, mas nunca conseguia. Sempre escondi dentro de mim alguém muito mais puro do que a pessoa externa que eu era (Talvez me prejudiquei muito assim... Deus sabe) e também pelo fato de estar apaixonado. Ah sim, mas isso é passado...
O blog para mim serviu e ainda serve como uma ferramenta muito boa para espantar minha timidez. Digo assim porque o que escrevo é diferente do que falo. Não escrevo coisas sem sentido, e o que vem, vem do coração. Aqui penso muito e dedico meus textos a todos os meus amigos, principalmente os próximos, que eu posso abraçar, mesmo que nem todos em sua maioria me visitam.
Se não fosse tão figurado (mas expressa um sentimento de minha alma) o título do blog, eu diria que é irônico alguém preso no tempo comemorar a passagem de um ano. O certo é que ainda deveria estar em 2005 (risos). O título do blog é ainda uma das poucas coisas que mais deu certo. Parte de meu ser simplesmente parou, não envelhece mais, e hoje necessita de uma “válvula de escape” (não sei se é o melhor termo), para se libertar. Eu procuro algo, mas algo que ainda não encontrei, infelizmente. Uma coisa que aqueça meu coração.
A experiência de se ter um blog para mim nunca foi tão boa. Aqui pude me tornar o ser que nunca consegui ser. Toda minha alma interior exteriorizada aqui me fez melhor, me deixou muito mais feliz, pulando de alegria. É uma imensa satisfação poder não só oferecer palavras alegres, de apoio, reconfortantes, com homenagens, mensagens bonitas, mas também poder ouvir comentários sinceros das belas visitas que aqui irradiam.
Com um ano "blogando" eu aprendi muita coisa, melhorei minha forma de escrita e conheci pessoas maravilhosas pela rede. Já falei de tudo um pouco, sobre amigos, sobre vida, sobre felicidade e sobre tristeza. Expulsei dúvidas, angústias e me debulhei em lágrimas, mas também sorri, gargalhei e fiquei muito feliz. Já me apaixonei, desapaixonei e vivi dias tão atribulados, confusos que minha mente sequer trabalhava direito. Já pensei em parar o blog, já cheguei a criar mais dois blogs, que acabaram sendo projetos fracassados. Magoei pessoas, cativei outras, me tornei mais humano.
Aqui pude amadurecer mais, ter mais consciência digna, mais íntegra e mais generosa do mundo ao redor. Aqui eu tenho outra vida.
Está certo que ainda tenho muito pela frente, ainda sou um recém-nascido neste mundo, mas tenho a certeza de que o blog vai me ensinar muito mais coisas.
Então que agora começe um novo tempo, muito mais feliz, com mais novidades.
Abraços, beijos e muita paz no coração.
PS: e aguardem tem mais supresas pela frente. O mês ainda nem começou hehe.
Pensado por
Alexandre Lucio Fernandes
às
00:02
12
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