Razão de Viver - Capítulo Final
VIVER: A Escolha Certa.
Naquela casa logo no início do bairro, vive um jovem homem, alegre, cheio de vida, muito amigo e legal, sincero e leal, com alma boa e de boa índole. Apesar de ser bem tímido, ingênuo e com uma natureza reservada, ele se dava bem com todos. Embora fosse muitas vezes incompreendido e algumas coisas o fizessem entristecer, ele nunca baixava a cabeça. Com uma mente mais madura, um conhecimento bem mais amplo, ele agora consegue notar as verdadeiras razões de viver. Por isso está feliz.
- Por Um mundo Melhor!
Aquela exclamação daquele jovem homem com seus 20 anos era súbita. Antes por um tempo ficou preso em seus dilemas, o que causou certa tristeza. Agora caminha feliz. Aos poucos ele foi readquirindo a grande satisfação que tinha em apreciar as coisas simples da vida. Mais maduro e um ser humano melhor, ele agora compreendia muita coisa. Os últimos cinco anos foram professores do seu espírito. Cada dia lhe serviu para o aprendizado da alma, cada minuto, cada segundo. Com alma renovada ele novamente supriu tudo que contemplou desde a infância até o rigor de seus 20 anos. Seu caminhar era firme, e ostentava o grande prazer de existir. Via nas coisas simples a grande razão de viver. Era algo único pra ele, pisar na terra molhada, sentir a chuva lhe tocando a face, o vento lhe acariciando, o carinho dos animais, e o doce respirar da vida. O amanhecer de todos os dias era tão lindo quanto àquele da sua criancice, as belezas naturais a cada dia ficavam mais radiantes, o sol ganhava mais energia, os pássaros voavam e cantavam divinamente, os rios transpareciam pureza, o meio ambiente parecia estar vivo, a noite ficava mais mágica a cada dia, as estrelas brilhavam vida, as flores aspiravam aromas cada vez mais fascinantes, a vida ganhava mais sabor, mais alegria, muito mais propósito; existia então infinitas razões para se viver feliz. Apesar de ainda existir a desumanidade, o rapaz aprendeu a ver somente o outro lado, o mais belo. Percebeu que se fizesse sua parte e chamasse mais amigos, para transformar o mundo num lugar melhor de se viver, ele morreria feliz. Sua razão de viver era agora profundamente admirável, mas não se limitava apenas à isso. Notou também nas amizades, na família, uma grande força capaz de lhe encher com muita alegria, felicidade e uma paz sem fronteiras. Cada sorriso, cada gesto, de bondade, de companheirismo, de amabilidade, de sinceridade, simpatia, de amizade, de integridade, e mais humanidade da pessoa, eram acolhedores da sua alma. Um abraço, um beijo, um aperto de mão, um olhar que diz tudo, a confiança depositada nele, eram algumas das coisas que lhe deixavam profundamente sensibilizado.
Realmente compreendia muito mais o porquê de viver, se sentia mais realizado. Embora ainda estivesse precisando aprender muito mais, consertar seus erros e defeitos, seus modos e comportamentos, ele sentia que estava mais feliz e mais humano. Era assim um rapaz que ainda tinha um bonito futuro pela frente. Ruma um caminho privilegiado, mas ainda com muitos obstáculos pela frente. E para ele, sua existência não é mais tão ínfima quanto lhe pareceu antes. Agora ele tinha certeza que a presença de cada ser humano era mágica e tinha uma importância ali, que cada um tinha o poder de ser feliz, principalmente se compartilhassem sentimentos verdadeiros uns com os outros. Para isso bastava abrir o coração e fazer a escolha certa: VIVER. E para isso sobravam razões.
Naquela casa logo no início do bairro, vive um jovem homem, alegre, cheio de vida, muito amigo e legal, sincero e leal, com alma boa e de boa índole. Apesar de ser bem tímido, ingênuo e com uma natureza reservada, ele se dava bem com todos. Embora fosse muitas vezes incompreendido e algumas coisas o fizessem entristecer, ele nunca baixava a cabeça. Com uma mente mais madura, um conhecimento bem mais amplo, ele agora consegue notar as verdadeiras razões de viver. Por isso está feliz.- Por Um mundo Melhor!
Aquela exclamação daquele jovem homem com seus 20 anos era súbita. Antes por um tempo ficou preso em seus dilemas, o que causou certa tristeza. Agora caminha feliz. Aos poucos ele foi readquirindo a grande satisfação que tinha em apreciar as coisas simples da vida. Mais maduro e um ser humano melhor, ele agora compreendia muita coisa. Os últimos cinco anos foram professores do seu espírito. Cada dia lhe serviu para o aprendizado da alma, cada minuto, cada segundo. Com alma renovada ele novamente supriu tudo que contemplou desde a infância até o rigor de seus 20 anos. Seu caminhar era firme, e ostentava o grande prazer de existir. Via nas coisas simples a grande razão de viver. Era algo único pra ele, pisar na terra molhada, sentir a chuva lhe tocando a face, o vento lhe acariciando, o carinho dos animais, e o doce respirar da vida. O amanhecer de todos os dias era tão lindo quanto àquele da sua criancice, as belezas naturais a cada dia ficavam mais radiantes, o sol ganhava mais energia, os pássaros voavam e cantavam divinamente, os rios transpareciam pureza, o meio ambiente parecia estar vivo, a noite ficava mais mágica a cada dia, as estrelas brilhavam vida, as flores aspiravam aromas cada vez mais fascinantes, a vida ganhava mais sabor, mais alegria, muito mais propósito; existia então infinitas razões para se viver feliz. Apesar de ainda existir a desumanidade, o rapaz aprendeu a ver somente o outro lado, o mais belo. Percebeu que se fizesse sua parte e chamasse mais amigos, para transformar o mundo num lugar melhor de se viver, ele morreria feliz. Sua razão de viver era agora profundamente admirável, mas não se limitava apenas à isso. Notou também nas amizades, na família, uma grande força capaz de lhe encher com muita alegria, felicidade e uma paz sem fronteiras. Cada sorriso, cada gesto, de bondade, de companheirismo, de amabilidade, de sinceridade, simpatia, de amizade, de integridade, e mais humanidade da pessoa, eram acolhedores da sua alma. Um abraço, um beijo, um aperto de mão, um olhar que diz tudo, a confiança depositada nele, eram algumas das coisas que lhe deixavam profundamente sensibilizado.
Realmente compreendia muito mais o porquê de viver, se sentia mais realizado. Embora ainda estivesse precisando aprender muito mais, consertar seus erros e defeitos, seus modos e comportamentos, ele sentia que estava mais feliz e mais humano. Era assim um rapaz que ainda tinha um bonito futuro pela frente. Ruma um caminho privilegiado, mas ainda com muitos obstáculos pela frente. E para ele, sua existência não é mais tão ínfima quanto lhe pareceu antes. Agora ele tinha certeza que a presença de cada ser humano era mágica e tinha uma importância ali, que cada um tinha o poder de ser feliz, principalmente se compartilhassem sentimentos verdadeiros uns com os outros. Para isso bastava abrir o coração e fazer a escolha certa: VIVER. E para isso sobravam razões.
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O protagonista desse aparente conto se chama Alexandre Lucio Fernandes. Alguém que tem não uma, mas várias razões para viver.
FIM (?)
“Aos meus pais, aos meus irmãos e familiares, para todos os meus queridos amigos (virtuais e não-virtuais), que tanto me dão força para viver. E a todos que mesmo indiretamente contribuíram para eu ter essa vida saudável e feliz. Valeu por existirem. Um grande abraço para todos que marcaram e ainda marcarão para sempre minha tão valiosa existência.” (ALF)
O protagonista desse aparente conto se chama Alexandre Lucio Fernandes. Alguém que tem não uma, mas várias razões para viver.
FIM (?)
“Aos meus pais, aos meus irmãos e familiares, para todos os meus queridos amigos (virtuais e não-virtuais), que tanto me dão força para viver. E a todos que mesmo indiretamente contribuíram para eu ter essa vida saudável e feliz. Valeu por existirem. Um grande abraço para todos que marcaram e ainda marcarão para sempre minha tão valiosa existência.” (ALF)








